Um Grupo de RPG precisa ter, no mínimo, duas pessoas: um Narrador e um Jogador. O número máximo de participantes é variável, dependendo da experiência do Narrador, da Ambientação escolhida, do tipo de Aventura e da estratégia de narração.
O tamanho do Grupo influencia diretamente o tempo disponível ao Narrador para interagir com cada Jogador. Portanto, no caso de uma Aventura que exija maior atenção na construção de uma certa atmosfera — como em Ambientações de horror, suspense ou intriga política — é aconselhável narrá-la para quatro ou cinco Jogadores apenas. Numa Aventura mais voltada para a ação, o é mais fácil interagir com um Grupo maior, formado por oito, 10 ou mais pessoas.
Quando o Grupo é bem maior (40 adolescentes, por exemplo, ou um auditório com 100 pessoas), o Narrador lança mão de diferentes estratégias. Pode-se dar o controle de um mesmo personagem a um grupo de pessoas, ou fazer com que pessoas escolhidas ao acaso interpretem o personagem alternadamente, ou solicitar uma votação para que todos os presentes decidam qual será a ação do herói. Como a interação é sensivelmente reduzida nesses casos, também é comum fazer uso de uma Aventura com possibilidades mais restritas, para evitar que uma decisão inesperada de um dos participantes prejudique o andamento da história.
Outras atividades lúdicas que guardam uma certa semelhança com o RPG adaptam a narração de histórias interativas a platéias bem menores ou bem maiores. O Livro-Jogo precisa apenas de um leitor-jogador. A Ação ao Vivo pode envolver praticamente qualquer número de participantes, mas exige grandes espaços, vários Narradores e Aventuras mais complexas. |